O sol como energia

Energia fotovoltaica possui grande potencial no país e é capaz de atender demandas de acordo com a localização do imóvel.

Por Lilian Sartorio

A energia solar é renovável e infinita. No Brasil, país com alta incidência de insolação – porém – ela ainda é incipiente. Sua forma residencial começou a ser desenvolvida efetivamente há apenas cinco anos, após a regulamentação normativa 482 da Associação Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Casas que possuem sistema fotovoltaico, além de agregarem valor ao mercado imobiliário, ainda têm a vantagem de praticamente não investirem em conta de luz. Entre os benefícios ambientais estão o fato da energia ser totalmente limpa. Quanto mais energia solar instalada no Brasil, menor é a necessidade da utilização de termelétricas, que são mais caras e sofrem com a inflação. Devido ao seu baixo custo, considerando a vida útil de um sistema fotovoltaico, as empresas especializadas em energia têm investido nas placas e procuram apontar todas as vantagens aos seus clientes. Este é caso, por exemplo, da Dublin – Soluções em Eletricidade, que está há sete anos no mercado atendendo a grande São Paulo e a região de Itu e Sorocaba. Ela se especializou, desde 2015, na instalação de placas fotovoltaicas com qualidade garantida. “Oferecemos aos nossos clientes dois tipos de instalações, denominadas ‘on grid’ e ‘off grid. Dessa forma, identificamos a opção que mais se adapta à sua demanda”, explica o engenheiro elétrico da Dublin, Augusto José Vicente.

Entenda a diferença:

On Grid
Os sistemas On Grid são conectados à rede elétrica, ou seja, sempre que houver excedente de energia gerada pela luz solar, a mesma é armazenada na rede elétrica, gerando descontos na sua conta independentemente do período do dia. Se a energia gerada não for suficiente, a rede elétrica compensa o que faltar. No fim das contas, você paga para a distribuidora a energia consumida da rede elétrica menos o que foi produzido por você.

 

Off Grid
Já os sistemas isolados ou Off Grid são caracterizados por não estarem conectados à rede elétrica. Esse sistema é utilizado para uso local e específico, abastecendo diretamente os aparelhos que utilizarão a energia. Esta solução é bastante utilizada em locais remotos que não possuem ligação com distribuidoras de energia. Aqui, a energia produzida é armazenada em baterias e não na rede elétrica, essas baterias garantem o abastecimento em períodos sem sol.

Os sistemas conectados são 30% mais eficientes por não utilizarem baterias e controladores de carga, e também garante que toda a energia seja utilizada, ou localmente ou em outro ponto da rede.  No entanto, se você não tem ligação com alguma distribuidora ou tem problemas no abastecimento e deseja ter independência do serviço das concessionárias de energia, o sistema off grid é mais adequado. “Estimamos que o investimento seja recuperado em cerca de cinco anos, já que a economia na conta de luz proporcionada é nitidamente visível. Através de um aplicativo de monitoramento, o usuário previamente orientado por nossa equipe pode acompanhar todo este processo”, contextualiza Augusto.

Para a instalação das placas, a Dublin forma parcerias com arquitetos e engenheiros, a fim de criar uma solução eficiente em termos de captação da luz solar e em questões estéticas.

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